Mesmo com a guerra que assistimos hoje em dia com os formatos de música, muitos de nós teima em ter a capa do CD físico com as músicas no seu interior, como se de um original se tratasse. Não só pelo sentido de ter aquele álbum, nem pelo seu tamanho mas sim pelo espaço que ocupada e sentimos-nos como se de algo precioso se trata-se, mesmo que muitas vezes adquirido por um download ou cópia.
O designer Li Jianye tentou criar uma estante de CDs em que mostra-se uma pequena parte de todos os que estivessem armazenados, de forma a não esconder nenhum deles. A sua disposição foi tacticamente pensada permitindo a visualização de todos os CDs ou DVDs inserido na estante. O seu nome é iShelf e parece-me que com a continuação da Era digital, suportes como este não terão muito sucesso. Se fosse para caixas externas ou aparelhos de armazenamento externo, parece-me que teria mais sorte.


Designer Li Jianye
viaCRV
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Caro Valter
Não tenho por hábito comentar os posts a não ser quando acho necessário e, neste caso, o mau uso da língua portuguesa leva-me a corrigir um erro que infelizmente muita gente o faz.
Quando refere “…como se de um original se tratasse…” o tratasse é o Pretérito Imperfeito do conjuntivo e por isso deve escrever-se desta forma, e não “trata-se”. O pronome clítico “se” já se encontra antes do verbo.
O seu “trata-se” usa-se quando se quer dizer com que remédio é que se trata a constipação. “Ah, e tal, isso trata-se com uma aspirina”
Cumprimentos
mano L